O Nobel de Economia de 2025 consagrou Joel Mokyr , Philippe Aghion e Peter Howitt por explicar algo essencial e, ao mesmo tempo, óbvio demais para ser visto: o crescimento econômico não é um dom natural, mas o resultado institucional de um processo que destrói para poder criar. A produtividade deixa de ser mistério e passa a ser consequência da competição, da ciência e da coragem de substituir o velho.

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